Anitta e Shakira juntos em “Choka Choka”: uma nova colaboração musical

Anitta e Shakira, que estiveram juntas no Rio de Janeiro nesta quarta-feira (29), devem entregar a primeira performance conjunta do feat “Choka Choka” neste sábado (2), quando a colombiana encabeçará a edição de 2026 do Todo Mundo no Rio, na praia de Copacabana. A própria Anitta havia dito que recebeu convite da cantora.

Às vésperas do megashow, a dona do recém-lançado álbum “EQUILIBRIVM” entregou o videoclipe da parceria. No clipe, Anitta tenta usar de tática que também foi observada no clipe de “Me Gusta”, sua parceria com Cardi B e Myke Towers. Entenda!

A estratégia visual de Anitta

Anitta havia prometido para os fãs que faria de tudo para inserir Shakira nos visuais para “Choka Choka”. Recentemente, ela reservou uma sequência de dias para gravar todos os visuais do “EQUILIBRIVM” em Minas Gerais, embora a colombiana não tenha participado das gravações.

Quando lançou o clipe para “Me Gusta”, no segundo semestre de 2020, Anitta impressionou ao integrar Cardi B nos visuais de uma maneira que parecia que as duas estavam no mesmo local. Vale lembrar que a rapper não esteve presente nas gravações em Salvador.

Conceito do clipe de "Choka Choka"

Com coreografia do grupo corpo Cassi Abranches e produção da Ginga Pictures, o clipe de “Choka Choka” apresenta um contraste entre o dia e a noite, incorporando elementos da huka-huka, uma luta tradicional dos povos indígenas do Alto Xingu, executada por membros da tribo Yawalapiti.

O vídeo se constrói como um campo de energia em fricção, onde dança, espiritualidade e matéria se encontram. A presença das mulheres da tribo Marabo Yura expõe a narrativa de uma mulher que não se comporta por convenção, que conhece sua força física e espiritual.

A mensagem por trás da letra

A letra é uma declaração feminina que mistura corpo, voz e espiritualidade. Anitta menciona que, no Candomblé, a cabocla é uma entidade espiritual que representa a ancestralidade indígena brasileira, destacando a força e a sabedoria das mulheres nativas.

As imagens foram gravadas no projeto Ibiti, uma iniciativa socioambiental regenerativa em Minas Gerais, que trouxe um cenário de respeito e valorização da cultura ancestral.

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Fonte: https://portalpopline.com.br